Arminianos Cearenses

Arminianos Cearenses

quarta-feira, 14 de outubro de 2015

Jacó Armínio contra a doutrina da predestinação ensinada por calvinistas de sua época.


Em Sua Declaração de Sentimentos.
Esta doutrina é altamente desonrosa a Jesus Cristo, nosso Salvador. Pois, (1) o exclui integralmente do decreto da predestinação, que predestina o futuro; e afirma que os homens foram predestinados a serem salvos, antes mesmo de Cristo ter sido predestinado para salvá-los; e, assim, argumenta que ele não é fundamento da escolha. (2) Nega que Cristo é a causa meritória, que mais uma vez obteve para nós a salvação que tínhamos perdido, colocando-o apenas como uma causa secundária, pois a salvação já tinha sido preordenada, e, portanto, Ele foi apenas um ministro e um instrumento para nos dar a salvação. Este fato está em evidente congruência com a opinião que afirma “que Deus absolutamente quis a salvação de certos homens, pelo primeiro e sumo decreto que Ele expressou, e do qual todos os seus outros decretos dependem e são consequência”. Se isso fosse verdade, seria impossível que tais homens perdessem a salvação, e, portanto, seria desnecessário qualquer reparo, ou qualquer reativação, ou descoberta, por meio dos méritos de Jesus Cristo, que foi preordenado como Salvador exclusivo dos supostos predestinados.

As Obras de Armínio, Jacó Armínio. p. 207 – CPAD.

sexta-feira, 7 de agosto de 2015

Pastor César Moisés fala em um de seus artigos sobre TRADIÇÃO REFORMADA, CALVINISMO, ARMINIANISMO E PENTECOSTALISMO



Em seu artigo intitulado A Igreja em um mundo novo publicado na revista OBREIRO APROVADO, Ano 36 nº 70 - 3º trimestre/2015, o pastor César Moisés discorre dentre os vários pontos, os seguintes: TRADIÇÃO REFORMADA, CALVINISMO, ARMINIANISMO E PENTECOSTALISMO. Reproduzirei uma parte desse artigo para que possamos considerar suas observações, e quem sabe chegarmos a uma conclusão de equilíbrio dentro do assunto por ele tratado.

[...] Tendo distinguido o Evangelho e o Reino de Deus, já temos claro o fato de que eles não podem ser confundidos com religião e denominacionalismo. O próximo passo é aquilatar a posição pentecostal em relação à realidade. Como vemos o mundo? Da resposta a essa pergunta depende a forma como se dá – ou se dará – nossa interação com a cultura à nossa volta e na qual estamos imersos. Meu questionamento tem uma única razão de ser. Todas as vezes que afirmamos que o mundo vai de mal a pior e que nada pode ser feito, a não ser cruzar os braços e assistir passivamente o desamor, a perversidade, a destruição, a miséria, a desigualdade social, o terrorismo a inescrupulosa utilização da Bíblia para manipular as pessoas, admitimos tacitamente nossa dependência do pensamento reformado e da teologia calvinista, como se tais males fossem uma camisa de força da vontade diretiva de Deus. Apesar de negarmos tal posição na soteriologia (onde reconhecemos haver vontade ou livre-arbítrio), subscrevemo-la em nossa prática e cotidiano, sobretudo na leitura da realidade.
Próxima de completar quinhentos anos, ninguém nega as conquistas da Reforma. Contudo, um único segmento dentro do protestantismo reivindica para si a posse de quem faz parte, ou não, da tradição da Reforma. A crítica à cristalização dogmática do catolicismo romano, e da antiga reivindicação deste de ser o único e legítimo representante do cristianismo, acometeu de igual forma os protestantes. E isso em tal intensidade que os calvinistas ainda debatem se o pentecostalismo pode ser considerado parte da religião cristã. 15 A teologia arminiana, ou arminianismo – corrente responsável pelos fundamentos teológicos dos pentecostais –, para os reformados, é uma perversão do Evangelho.
Recentemente, Charles Finney, vem sendo duramente criticado pelos calvinistas, pois o pentecostalismo tem descoberto a importância de alguns aspectos do pensamento deste importante advogado cristão norte-americano do século passado. Com destaque para a sua luta contra o dogmatismo reformado que, consignado na Confissão de Westminster, transformou-se em uma versão textual e protestante do dogma da infalibilidade papal. 16 Um simples exemplo ilustra o ponto. Apesar de o pentecostalismo clássico não aprovar as práticas bizarras de muitos que se dizem pentecostais, os calvinistas insistem em colocarmo-nos sob o mesmo espectro dos adeptos da “benção de Toronto”, por exemplo.  
Eles atribuem à culpa de tais distorções a Finney, pois de acordo com a acusação, “ele marcou a transição da supremacia da teologia calvinista para a teologia arminiana na igreja”. E o que isso causou? De acordo com o mesmo autor, “quando o arminianismo tornou-se a força dominante, trouxe consigo o secularismo que, associado ao humanismo, já presente nesta vertente teológica, resultou no que hoje se vê”. 17
Todas as mazelas da igreja evangélica são atribuídas a uma única causa: o arminianismo. Logo, basta eliminar o arminianismo que os problemas desaparecerão. Acontece que para que isso seja possível, só há dois caminhos: converter os arminianos ao calvinismo ou acabar com eles. Apesar de esta conclusão parecer radical demais, basta observar a virulência da perseguição no inicio do moderno movimento pentecostal e a recente tentativa brasileira de “calvinizar” os pentecostais.
Por ostentar uma apologética sumamente pressuposicional, os reformados acreditam que a realidade deve subscrever à proposição. Por isso, condenam a prática pentecostal e acusam-nos de não termos teologia e de Sermos apenas pragmáticos. Conquanto a acusação procede em parte, como disserta Isael de Araujo, a “diversidade mundial do pentecostalismo torna quase impossível falar de ‘uma’ teologia pentecostal”, pois, continua o mesmo autor, ainda não “se conseguiu amadurecer uma teologia da fé cristã sob a perspectiva do pentecostalismo clássico”. 18 Isso não significa, porém, que o pentecostalismo clássico não tem “doutrina”. As crenças principais do movimento seguem a esteira das doutrinas mestras apresentadas na religião cristã. Agora, um sistema teológico, de fato, o grupo não possui. Mas talvez seja esse justamente mais um dos fatores do seu crescimento exponencial. Explico [...]
15 O “pentecostalismo quer ser levado a sério como movimento cristão. Está na hora de avalia-lo” (BRUNER, Frederick Dale. Teologia do Espírito Santo. 3.ed. São Paulo: Cultura Cristã, 2012. P.19).
16  FINNEY, Charles. Teologia Sistemática. 1ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2002, p.24.         
17 SOUSA, Jardiel Martins. Charles Finney e a secularização da Igreja. 1.ed. São Paulo: Edições Parakletos, 2002, p.42.
Apesar de o autor dar uma interpretação muito particular para expressões humanismo e secularismo, a questão toda é que, mesmo em sua definição, ambas são filosofias negativas.
18 ARAUJO, I. Dicionário do Movimento Pentecostal. 1ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2007, p.557.
César Moisés Carvalho é pastor, pedagogo, pós-graduado em teologia pela PUC-Rio, professor universitário e chefe do Setor de Educação Cristã da CPAD.

quarta-feira, 29 de julho de 2015

NÃO CONFUNDA SINERGISMO HERÉTICO COM SINERGISMO EVANGÉLICO


Sinergismo e monergismo são termos com muitas nuanças de significado. Ambos são conceitos teológicos essenciais nesta discussão, mas ambos se aplicam a esferas mais amplas do que o arminianismo e o calvinismo.
Sinergismo é qualquer crença teológica na livre participação humana na salvação. Suas formas heréticas na teologia cristã são pelagianismo e semipelagianismo. A primeira nega o pecado original e eleva as habilidades humanas morais e naturais para viver vidas espiritualmente completas. A última abraça uma versão modificada do pecado original, mas acredita que os humanos têm a habilidade, mesmo em seu estado caído, de iniciar a salvação ao exercer uma boa vontade para com Deus7. Quando teólogos conservadores declaram que o sinergismo é uma heresia, eles frequentemente estão se referindo a estas duas formas pelagianas de sinergismo. Contrário aos críticos confusos, o arminianismo clássico não é pelagiano e nem semipelagiano! Mas é sinergístico.
O arminianismo é o sinergismo evangélico em oposição ao sinergismo herético e humanista. O termo sinergismo será utilizado em todo este livro e o contexto deixará claro que tipo de sinergismo ele quer dizer. Quando o sinergismo arminiano for referido, estou me referindo ao sinergismo evangélico que afirma a preveniência da graça para que todo humano exerça uma boa vontade para com Deus, incluindo a simples não resistência à obra salvadora de Cristo.
7 Toda a história do pelagianismo e semipelagianismo é recontada em Rebecca Hqrden Weaver, Divine Grace and Human Agency. Macon, Ga_: Mercer University Press, 1996. Aceito o tratamento de Weaver destes conceitos porque ela é hei às fontes originais e consistente com a maioria das outras fontes contemporâneas autoritativas sobre a história e o desenvolvimento destes movimentos.

Roger Olson, Teologia Arminiana, mitos e realidades (São Paulo, Reflexão, 2013), p.24.

terça-feira, 28 de julho de 2015

NÃO CONFUNDA ARMINIANISMO DE CABEÇA COM ARMINIANISMO DE CORAÇÃO


O arminianismo de cabeça possui uma ênfase no livre--arbítrio que está alicerçada no lluminismo e é mais comumente encontrado nos círculos protestantes liberais (até mesmo entre pessoas reformadas liberalizadas)6. Sua marca característica é uma antropologia otimista que nega a depravação total e a absoluta necessidade de graça sobrenatural para a salvação. É otimista acerca da habilidade de seres humanos autônomos em exercerem uma boa vontade para com Deus e seus semelhantes sem a graça preveniente (capacitadora, auxiliadora) sobrenatural, ou seja, é pelagiano ou no mínimo semipelagiano.
O arminianismo de coração - objeto de estudo deste livro - é o arminianismo original de Armínio, Wesley e seus herdeiros evangélicos. Arminianos de coração enfaticamente não negam a depravação total (ainda que prefiram outro termo para indicar a incapacidade espiritual humana) ou a absoluta necessidade de graça sobrenatural para até mesmo o primeiro exercício de uma boa vontade para com Deus. Arminianos de coração são os verdadeiros arminianos, pois são fiéis aos ímpetos fundamentais de Armínio e seus primeiros seguidores em oposição aos remonstrantes posteriores (que se distanciaram dos ensinos de Armínio entrando na teologia liberal) e arminianos modernos de cabeça, que glorificam a razão e a liberdade em detrimento da revelação divina e da graça sobrenatural.
6 A teologia liberal é notoriamente difícil de ser definida, mas aqui ela significa qualquer teologia que permita reconhecimento máximo das alegações de modernidade dentro da teologia cristã, principalmente ao afirmar uma visão positiva da condição da humanidade e por uma tendência em negar ou seriamente enfraquecer o sobrenaturalismo tradicional do pensamento cristão. Para um relato detalhado da teologia liberal, ver capitulo dois em Stanley J. Grenz and Roger E. Olson, 20th-Century Theology. Downers Grove, III.: Intervarsity Press, 1992.

Roger Olson, Teologia Arminiana, mitos e realidades (São Paulo, Reflexão, 2013), p.23.

sábado, 11 de julho de 2015

MINHA LISTA ATUALIZADA DE ARMINIANOS FAMOSOS (OU NEM TANTO ASSIM)

Por Paulo Cesar Antunes

...como resposta aos que me pediram: Clovis Goncalves (Perdoe a demora); Luís Felipe Nunes Borduam e a Valdemir Pires Moreira
A lista não é exaustiva, obviamente, e está sujeita a críticas e correções. Se me esqueci de algum nome, entre em contato para eu acrescentá-lo.
Além de arminianos clássicos e wesleyanos, há arminianos de quatro pontos (geralmente batistas), proto-arminianos (caso de Menno Simons), arminianos que preferem ser chamados por outro nome (paleo-ortodoxo, caso de Thomas C. Oden), arminianos que acreditam ser calvinistas moderados (caso de Norman L. Geisler).
Alguns arminianos certamente me pediriam para tirá-los da lista, caso ficassem sabendo dela (caso de Stanley J. Grenz, se estivesse vivo). Só lamento por eles, não vou tirar Emoticon wink.
Pensei em listar, em separado, os nomes dos remonstrantes e dos primeiros pais que se alinharam com o Arminianismo. Fica para uma segunda oportunidade.
A lista não foi criada para impressionar as pessoas. A ideia foi reunir nomes de arminianos conhecidos para facilitar as minhas pesquisas.
Futuramente pretendo acrescentar mais informações sobre cada nome (aceito sugestões). Por enquanto, só há nome completo, nome pelo qual a pessoa é conhecida e anos de nascimento e morte (quando tenho essas informações).
Façam bom proveito. E qualquer erro, a culpa é inteiramente minha.

A. Philip Brown II
Aaron Merritt Hills (1848-1935)
Aaron Sherwood
Abel Stevens (1815-1897)
Abraão de Almeida (1939-)
Adam Clarke (1762-1832)
Adam Harwood
Adrian Pierce Rogers [Adrian Rogers] (1931-2005)
Adrio König
Aiden Wilson Tozer [A. W. Tozer] (1897-1963)
Ajith Fernando
Albert Cook Outler [Albert C. Outler] (1908-1989)
Albert Cornelius Knudson (1873-1953)
Albert Nash (1812–1900)
Albert Taylor Bledsoe (1809-1877)
Alexander Campbell
Alexander Duncan Reily (1924-2004)
Alfred Cookman (1828-1871)
Alfred Raymond George [A. Raymond George] (1912-1998)
Altair Germano
Alva Bee Langston (1878-1965)
Alvin Carl Plantinga [Alvin Plantinga] (1932-)
Amos R. Binney (1802-1878)
Andrew Wommack
Anthony Chadwick Thornhill
Antonio Gilberto
Archibald Thomas Robertson [A. T. Robertson] (1863-1934)
Arthur Samuel Peake (1865-1929)
Arthur Skevington Wood
Asa Shinn (1781-1853)
Austin Fischer
B. J. Oropeza
B. T. Roberts (1823-1893)
Balthasar Hubmaier (1480-1528)
Barton W. Johnson [B. W. Johnson] (1833-1894)
Barton Warren Stone (1772-1844)
Ben Witherington III (1951-)
Benjamin Field (1827-1869)
Bernhard Johnson Jr. (1931-1995)
Bert B. Dominy
Beverly Francis Carradine (1848-1931)
Bill T. Arnold
Bradford P. Raymond (1846-1916)
Brenda B. Colijn
Brian J. Abasciano
Brian Zahnd
Bruce A. Little
Bruce L. Shelley
Bruce R. Reichenbach
C. Gordon Olson
C. Stephen Evans (1948-)
Carl Oliver Bangs [Carl Bangs] (1922-2002)
Carlos Augusto Vailatti
Carlos Kleber Maia [Kleber Maia]
Caspar Brandt (1653-1696)
César Moisés de Carvalho
Charles A. Thigpen
Charles Butler (1750-1832)
Charles Edward White
Charles Gutenson
Charles Jerry Vines [Jerry Vines] (1937-)
Charles John Ellicott [C. J. Ellicott] (1819-1905)
Charles M. Cameron
Charles W. Carter
Charles Wesley (1707-1788)
Christopher C. Chapman
Christopher Potter
Chuck Smith
Ciro Sanches Zibordi
Clarence L. Bence
Claudionor de Andrade
Clive Staples Lewis [C. S. Lewis] (1898-1963)
Conrad Vorstius [Konrad von dem Vorst] (1569-1622)
Craig L. Blomberg
Craig S. Keener
Dale Moody (1915-1992)
Dallas Willard (1935-2013)
Daniel B. Pecota
Daniel Berg (1884-1963)
Daniel Denison Whedon (1808-1885)
Daniel Lowell Akin [Danny Akin] (1957-)
Daniel Steele (1824-1914)
David A. deSilva
David Baker
David Charles Haddon Hunt [Dave Hunt] (1926-2013)
David Harold Stern [David H. Stern] (1935-)
David John Alfred Clines [David J. A. Clines] (1938-)
David Lewis Allen
David Pawson (1930-)
David W. Bercot (1950-)
David Wilkerson (1931-2011)
Derek Prince
Dewey M. Mulholland
Donald A. D. Thorsen
Donald C. Stamps
Donald G. Bloesch (1928-2010)
Donald M. Lake
Douglas K. Stuart [Doug Stuart]
Dwight L. Moody (1837-1899)
Earl C. Wolf
Ed Parish Sanders [E. P. Sanders] (1937-)
Edson de Faria Francisco
Edward Bird
Edward Earl Joiner [Eduardo Joiner]
Edward J. Mullins
Edward McKendree Bounds [E. M. Bounds] (1835-1913)
Elias Soares
Elienai Cabral
Elinaldo Renovato de Lima
Elmer Ellsworth Shelhamer (1869-1947)
Elmer L. Towns
Enéas Tognini
Ergun Michael Caner [Ergun Caner] (1966-)
Eric Hankins
Ernest Gordon Rupp (1910-1986)
Ernest S. Williams (1885-1981)
Esdras Costa Bentho
Esequias Soares
Étienne de Courcelles (lat: Stephanus Curcellaeus) (1586-1659)
Eugene E. Carpenter
Everett Lewis Cattell (1905-1981)
F. Leroy Forlines
F. Stuart Clarke
Francis Asbury (1745-1816)
Francis Hodgson (1805-1877)
Frank Baker (1910-1999)
Frank S. Page
Frank Turek
Franz Delitzsch (1813-1890)
Fred Sanders
Frederic Louis Godet (1812-1900)
Frederick Brotherton Meyer [F. B. Meyer] (1847-1929)
French L. Arrington
Fritz Guy (1930-)
Gareth Lee Cockerill
Gary B. McGee
Gary Habermas (1950-)
Gene L. Green
Geoffrey F. Nuttall
George Campbell Morgan (1863-1945)
George Eldon Ladd (1911-1982)
George L. Bryson
George Lyons
George Mitrovich
George Pretyman Tomline (1750-1827)
George Washington Northurp (1825-1900)
Gerald O. McCulloh
Gilbert G. Bilezikian
Glen Shellrude
Gordon C. I. Wong
Gordon Donald Fee [Gordon Fee] (1934-)
Grant R. Osborne
Greg Laurie
Gunnar Vingren (1879-1933)
Günther H. Juncker
Guy P. Duffield
H. Ray Dunning (1926-)
H. V. Miller
Halford E. Luccok (1885-1961)
Hendrik Hanegraaff [Hank Hanegraaff] (1950-)
Henry Clarence Thiessen
Henry Clay Sheldon (1820-1877)
Henry Hammond (1605-1660)
Henry Orton Wiley [H. Orton Wiley] (1877–1961)
Henry Philip Tappan (1805-1881)
Henry T. Blackaby
Henry Wheeler Robinson (1872-1945)
Herbert B. McGonigle
Herman Nicolaas Ridderbos [Herman Ridderbos] (1909-2007)
Herschel Harold Hobbs [Herschel Hobbs] (1907-1995)
Howard A. Snyder
Hugo Grotius (1583-1645)
I. Howard Marshall (1934-)
Israel Belo de Azevedo (1952-)
J. D. Walt
J. Gregory Crofford
J. Matthew Pinson
J. Rodman Willians (1918-2008)
J. Steven Harper [Steven Harper]
J. Vernon McGee
Jabez Bunting (1779-1858)
Jack Hayford
Jack W. Cottrell
James Arminius (1560-1609)
James Burton Coffman (1905-2006)
James D. G. Dunn (1939-)
James Dean Strauss [James D. Strauss] (1929-2014)
James Hope Moulton (1863-1917)
James K. Beilby
James Leo Garrett, Jr. (1925-)
James Luther Adams
James M. Leonard
James Morison (1816-1893)
James Nichols (1785-1861)
James Porter Moreland [J. P. Moreland] (1948-)
James Richard Joy
James Strong (1822-1894)
Jean Le Clerc (1657-1736)
Jeremy A. Evans
Jeremy Taylor (1613-1667)
Jerry L. Walls
Joannes Tideman
Joel B. Green
Johan van Oldenbarnevelt (1547-1619)
Johann Friedrich Karl Keil [Carl Friedrich Keil] (1807-1888)
Johann Jakob Wettstein (1693-1754)
Johannes Wtenbogaert (1557-1644)
John Carson Lennox [John C. Lennox] (1945-)
John D. Wagner
John Dickins (1746-1798)
John F. Mason
John F. Parkinson
John Goodwin (1594-1665)
John Griffith
John Hales (1584-1656)
John Mark Hicks
John McClintock (1814-1870)
John Miley (1813-1895)
John Milton (1608-1674)
John Norman Davidson Kelly [J. N. D. Kelly] (1909-1997)
John Oswalt
John Overall (1559-1619)
John Plaifere
John Shaw Banks (1835-1917)
John Smyth (1570-1612)
John Telford
John Wesley (1703-1791)
John Wesley Adams
John William de la Fléchère [John Fletcher] (1729-1785)
John William McGarvey [J. W. McGarvey] (1829-1911)
Jonathan Andersen
Jonathan R. Wilson
Jonathan Weaver (1824-1901)
Jorge Pinheiro dos Santos
José Ildo Swartele de Mello [Ildo Mello]
Joseph Agar Beet (1840-1924)
Joseph Benson (1749-1821)
Joseph Kenneth Grider (1921-2006)
Joseph R. Dongell
Joseph S. Wang
Joseph Sutcliffe (1762-1856)
Joshua Ratliff
Justo L. Gonzalez (1937-)
Keith D. Stanglin
Kenneth D. Keathley
Kenneth Eagleton
Kenneth J. Collins
Kevin Kennedy
Kevin Timpe
Klyne R. Snodgrass
L. Paige Patterson [Paige Patterson] (1942-)
Lancelot Andrewes (1555-1626)
Lars Eric Bergstén [Eurico Bergstén] (1913-1999)
Laurence M. Vance
Laurence Womock [Lawrence Womach/Womack, Daniel Tilenus/Tilenius (pseud.)] (1563-1633)
Lee Strobel (1952-)
Leo George Cox (1912-1997)
Leonard Ravenhill (1907-1994)
Leroy Madison Lee (1808-1882)
Leslie D. Wilcox (-1991)
Louis Chéron
Louis Ruggiero [Lou Rugg]
Lourenço Stelio Rega (1953-)
Luke L. Keefer Jr. (1940-2010)
Luther Lee (1800-1889)
Malcolm B. Yarnell III
Manfred Marquardt
Marion Boyd Stokes [Mack B. Stokes] (1911-2012)
Mark A. Ellis
Markus Barth (1915-1994)
Marvin Richardson Vincent [Marvin R. Vincent] (1834-1922)
Matthew P. O'Reilly
Max Lucado (1955-)
Menno Simons (1496-1561)
Michael Cox
Michael D. Robinson
Michael Green
Michael L. Brown (1955-)
Mildred Olive Bangs Wynkoop (1905-1997)
Miner Raymond
Moses Lowman (1680-1752)
Myer Pearlman
Natanael Rinaldi
Nathan Bangs (1778-1862)
Nathanael Burwash (1839-1918)
Nathaniel M. Van Cleave
Nels Lawrence Olson [Lawrence Olson] (1910-1993)
Norman L. Geisler (1932-)
O. Glenn McKinley
Olin Alfred Curtis (1850-1918)
Orland Spencer Boyer [Orlando Boyer] (1893-1978)
Oswald Chambers (1874-1917)
Paul Copan (1962-)
Paul J. Achtemeier (1927-2013)
Paul R. Eddy
Paul T. Culbertson
Paulo Lockman
Paulo Rodrigues Romeiro [Paulo Romeiro]
Peter Baro (1534-1599)
Peter Cotterell
Peter Lumpkins
Peter van Inwagen (1942-)
Petrus Bertius (1565-1629)
Philip Melancthon (1497-1560)
Philip Pugh (1817-1871)
Philip Yancey (1949-)
R. Alan Streett
R. Larry Shelton
Randal Rauser
Randall G. Basinger
Randolph Sinks Foster (1820-1903)
Randy L. Maddox (1953-)
Randy Sawyer
Ransom Dunn (1818-1900)
Ravi Zacharias (1946-)
Reuben Archer Torrey [R. A. Torrey] (1856-1928)
Richard C. H. Lenski (1864-1936)
Richard Cross
Richard D. Land (1946-)
Richard James Foster [Richard Foster, Richard J. Foster] (1942-)
Richard Watson (1781–1833)
Rick Patrick (1964-)
Robert E. Picirilli
Robert Eugene Chiles (1923-1992)
Robert Lee Shank (1918-2006)
Robert W. Burtner
Roger E. Olson (1952-)
Roger Thomas Forster [Roger T. Forster] (1933-)
Rombout Hogerbeets [Rombout Hoogerbeets] (1561-1625)
Ron F. Hale
Ronnie W. Rogers [Ronnie Rogers]
Rupert Eric Davies (1909-1994)
Russell Henry Stafford
Russell J. Veldman
Samuel Ashton Keen (1842-1895)
Samuel Chadwick (1860-1932)
Samuel Clarke (1675-1729)
Samuel Fisk
Samuel Loveday
Samuel Wakefield (1799-1895)
Scot McKnight
Silas Daniel
Simon Episcopius (1583-1643)
Simon Patrick (1626-1707)
Stanley J. Grenz (1950-2005)
Stanley M. Hauerwas (1940-)
Stanley M. Horton (1916-2014)
Stephen M. Ashby
Stephen Solomon White (1890-1971)
Steve Hill (1954-2014)
Steve Seamands
Steve W. Lemke
Steve Witski
Steven L. Hitchcock
Steven T. Kimbrough, Jr.
Tassos Lycurgo
Terry L. Miethe
Thiago Velozo Titillo
Thomas Benjamin Neely (1841-1925)
Thomas C. Oden (1931-)
Thomas Coke (1747-1814)
Thomas Dove (1555-1630)
Thomas Erskine (1788-1870)
Thomas Goad (1576-1638)
Thomas Grantham (1634-1692)
Thomas H. McCall
Thomas Helwys (1550-1616)
Thomas Jackson (1783-1873)
Thomas N. Finger
Thomas Neely Ralston (1806-1891)
Thomas Olivers (1725–1799)
Thomas Osmond Summers (1812–1882)
Thomas Taylor (1738-1816)
Timothy C. Tennent (1959-)
Tony Marshall Anderson (1888-1979)
Tremper Longman III
Umphrey Lee (1893-1958)
V. Paul Marston
Valmir Nascimento Milomem Santos
Vance Havner (1901-1986)
Vernon Carl Grounds [Vernon C. Grounds] (1914-2010)
Vic Reasoner
Vincent Taylor (1887-1968)
Vinicius Couto
W. A. Criswell (1909-2002)
W. Brian Shelton
W. E. Vine
Wagner Gaby
Walter Brunelli
Walter Klaiber (1940-)
Walter Sellon
Walter Thomas Conner (1877-1952)
Watchman Nee (1903-1972)
Wayne Cordeiro
Wellington Mariano
Wesley Duewel
Westlake Taylor Purkiser [W. T. Purkiser] (1910-1992)
Wilbur Fisk (1792-1839)
Willard Francis Mallalieu (1828-1911)
William Arie den Boer [William den Boer] (1977-)
William Arthur (1819-1901)
William Ashley Sunday [Billy Sunday] (1862-1935)
William Baxter Godbey (1833-1920)
William Burt Pope (1822–1903)
William Fairfield Warren (1833-1929)
William Franklin Graham Jr [Billy Graham] (1918-)
William G. MacDonald
William Gene Witt
William H. Browning (1805-1873)
William Henry Willimon (1946-)
William Hull
William J. Abraham (1947-)
William Ketcham Anderson (1888-1947)
William Lane Craig (1949-)
William Laud (1573-1645)
William Lowth (1660-1732)
William Marvin Greathouse [William M. Greathouse] (1919-2011)
William McDonald (1820-1901)
William North Rice (1845-1928)
William Ragsdale Cannon (1916-1997)
William S. Deal
William Sanday (1843-1920)
William Taylor (1821-1902)
William W. Klein
William W. Menzies [Bill Menzies] (1931-2011)
Wilson Thomas Hogue (1852-1920)
Zacarias de Aguiar Severa

Zwinglio Rodrigues