Arminianos Cearenses

Arminianos Cearenses

domingo, 28 de junho de 2015

FÉ E GRAÇA






“Para que, assim como o pecado reinou na morte, também a graça reinasse pela justiça para a vida eterna, por Jesus Cristo, nosso Senhor.” (Rm 5.21).

A salvação é um dom da graça de Deus, mas somente podemos recebê-la em resposta à fé, do lado humano. Para entender corretamente o processo da salvação, precisamos entender essas duas palavras: Fé e Graça.
FÉ SALVÍFICA
A fé em Jesus Cristo é a única condição prévia que Deus requer do homem para a salvação. A fé não é somente uma confissão a respeito de Cristo, mas também uma ação dinâmica, que brota do coração do crente que quer seguir a Cristo como Senhor e Salvador (cf. Mt 4.19; 16.24; Lc 9.23-25; Jo 10.4, 27; 12.26; Ap 14.4).
(1) O conceito de fé no NT abrange quatro elementos principais:
(a) Fé significa crer e confiar firmemente no Cristo crucificado e ressurreto como nosso Senhor e Salvador pessoal (ver Rm 1.17 nota). Importa em crer de todo coração (At 8.37; Rm 6.17; Ef 6.6; Hb 10.22), ou seja: entregar a nossa vontade e a totalidade do nosso ser a Jesus Cristo tal como Ele é revelado no NT.
(b) Fé inclui arrependimento, i.e., desviar-se do pecado com verdadeira tristeza (At 17.30; 2Co 7.10) e voltar-se para Deus através de Cristo. Fé salvífica é sempre fé mais arrependimento (At 2.37,38; ver Mt 3.2, nota sobre o arrependimento).
(c) A fé inclui obediência a Jesus Cristo e à sua Palavra, como maneira de viver inspirada por nossa fé, por nossa gratidão a Deus e pela obra regeneradora do Espírito Santo em nós (Jo 3.3-6; 14.15, 21-24; Hb 5.8,9). É a “obediência que provém da fé” (Rm 1.5). Logo, fé e obediência são inseparáveis (cf. Rm 16.26). A fé salvífica sem uma busca dedicada da santificação é ilegítima e impossível.
(d) A fé inclui sincera dedicação pessoal e fidelidade a Jesus Cristo, que se expressam na confiança, amor, gratidão e lealdade para com Ele. A fé, no seu sentido mais elevado, não se diferencia muito do amor. É uma atividade pessoal de sacrifício e de abnegação para com Cristo (cf. Mt 22.37; Jo 21.15-17; At 8.37; Rm 6.17; Gl 2.20; Ef 6.6; 1Pe 1.8).
(2) A fé em Jesus como nosso Senhor e Salvador é tanto um ato de um único momento, como uma atitude contínua para a vida inteira, que precisa crescer e se fortalecer (ver Jo 1.12 nota). Porque temos fé numa Pessoa real e única que morreu por nós (Rm 4.25; 8.32; 1Ts 5.9,10), nossa fé deve crescer (Rm 4.20; 2Ts 1.3; 1Pe 1.3-9). A confiança e a obediência transformam-se em fidelidade e devoção (Rm 14.8; 2 Co 5.15); nossa fidelidade e devoção transformam-se numa intensa dedicação pessoal e amorosa ao Senhor Jesus Cristo (Fp 1.21; 3.8-10; ver Jo 15.4 nota; Gl 2.20 nota).
GRAÇA
No AT Deus revelou-se como o Deus da graça e misericórdia, demonstrando amor para com o seu povo, não porque este merecesse, mas por causa da fidelidade de Deus à sua promessa feita a Abraão, Isaque e Jacó (ver Êx 6.9 nota; ver os estudos A PÁSCOA e O DIA DE EXPIAÇÃO). Os escritores bíblicos dão prosseguimento ao tema da graça como sendo a presença e o amor de Deus em Cristo Jesus, transmitidos aos crentes pelo Espírito Santo, e que lhes outorga misericórdia, perdão, querer e poder para fazer a vontade de Deus (Jo 3.16; 1Co 15.10; Fp 2.13; 1Tm 1.15,16). Toda atividade da vida cristã, desde o seu início até o fim, depende desta graça divina.
(1) Deus concede uma medida da sua graça como dádiva aos incrédulos (1Co 1.4; 15.10), a fim de poderem crer no Senhor Jesus Cristo (Ef 2.8,9; Tt 2.11; 3.4).
(2) Deus concede graça ao crente para que seja “liberto do pecado” (Rm 6.20, 22), para que nele opere “tanto o querer como o efetuar, segundo a sua boa vontade” (Fp
2.13; cf. Tt 2.11,12; ver Mt 7.21, nota sobre a obediência como um dom da graça de Deus), para orar (Zc 12.10), para crescer em Cristo (2Pe 3.18) e para testemunhar de Cristo (At 4.33; 11.23).
(3) Devemos diligentemente desejar e buscar a graça de Deus (Hb 4.16). Alguns dos meios pelos quais o crente recebe a graça de Deus são: estudar as Escrituras Sagradas e obedecer aos seus preceitos (Jo 15.1-11; 20.31; 2Tm 3.15), ouvir a proclamação do evangelho (Lc 24.47; At 1.8; Rm 1.16; 1Co 1.17,18), orar (Hb 4.16; Jd v. 20), jejuar (cf. Mt 4.2; 6.16), adorar a Cristo (Cl 3.16); estar continuamente cheio do Espírito Santo (cf. Ef 5.18) e participar da Ceia do Senhor (cf. At 2.42; ver Ef 2.9, nota sobre como opera a graça).
(4) A graça de Deus pode ser resistida (Hb 12.15), recebida em vão (2Co 6.1), apagada (1Ts 5.19), anulada (Gl 2.21) e abandonada pelo crente (Gl 5.4). 

Fonte: Bíblia de Estudo Pentecostal. Págs. 1704-1705 - CPAD.

terça-feira, 23 de junho de 2015

O AMOR POR EXCELÊNCIA



INTRODUÇÃO
O texto de João 3.16, é uma das passagens mais conhecida da Bíblia, é o Evangelho resumido, o Evangelho em miniatura, aqui, nestas poucas palavras, vê-se o plano de Deus, que é seu propósito de salvar a humanidade. O texto também nos mostra o autêntico amor de Deus pelo seu povo que foi lavado e remido pelo seu Sangue.
1. Porque Deus, O Maior Ser.
Aquele que é:
a) Onipotente (Sl 91.1).
 “Aquele que habita no esconderijo do Altíssimo, à sombra do onipotente descansará”.
b) Onipresente (Pv 15.3).
“Os olhos do Senhor estão em todo o lugar, contemplando maus e os bons”.
c) Onisciente (Sl 44.21).
“Porventura, não conhecerá Deus isso? Pois ele sabe os segredos do coração”.
É esse Deus a quem você serve?
2. Amou, O Maior Sentimento.
Encontramos na língua grega varias significados para a palavra amor, são eles: Eros, que significa paixão, sendo o amor no sentido da atração de um jovem por uma jovem. Storgos, que significa carinho, usado entre pais e filhos. Filia, que significa o amor fraternal, usado para o relacionamento entre amigos e irmãos e a palavra Ágape, que significa Amor de Deus, isso é, o amor sem limites. Amor que excede todo entendimento. Foi com esse amor que o Senhor Deus enviou o seu único Filho para morrer na cruz por nossos pecados.
É esse amor o qual você procura?
3. O Mundo, O Maior Grupo.
O mundo aqui não é o planeta terra; o mundo aqui não é o sistema “organizacional” que rege a terra. O mundo aqui é a humanidade em geral. Deus nos ama com um amor tão profundo, que esse amor nos alcançou quando estávamos nas profundezas do pecado. Deus lhe ama, não importa o tipo de pecado que você tenha cometido, hoje Ele quer lhe perdoar. “Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei” (Mt 11.28).
Você faz parte desse grupo. Independentemente como você tenha vivido.
4. De Tal Maneira, O Maior Grau. 
Não foi de qualquer maneira que Deus amou o mundo, foi de uma maneira tão sublime, que até hoje muitos não compreendem tal ação. Temos nós compreendido o grau do amor de Deus para conosco?
Alguém já lhe amou da maneira como Deus lhe ama. É bem certo que não.
5. Que Deu, O Maior Ato.
A Bíblia fala ato de dar, cerca de 1.520 vezes, é uma atitude que poucos praticam, a Bíblia diz que Deus “Ama ao que dar com alegria” (2 Co 9.7). Você tem dado algo a Deus.
Que tal hoje você dar a Deus o controle de sua vida.
6. O Seu Filho Unigênito, A Maior Dádiva. 
Deus não nos deu qualquer coisa, Ele não nos deu o principal anjo dos exércitos celestial (O Arcanjo Miguel), não! Ele nos deu o seu Filho único. Em Mateus 12.35b está escrito: “O homem bom, do seu bom tesouro tira coisas boas”. Deus nos deu o melhor do seu tesouro, nos deu o seu único Filho.
É ou não, justo de nossa parte entregar a ele a nossa vida e vivermos segundo os seus mandamentos?
7. Para Que Todo Aquele, A Maior Oportunidade.  
Se você já o aceitou como seu único e suficiente Salvador de sua vida, continue firme. Mais se você não o aceitou ainda, o momento é agora, a grande oportunidade é essa, enquanto a vida a esperança. Entregue a sua vida a Jesus Cristo não desperdice essa sublime oportunidade.
Essa oportunidade oferecida hoje a você é única. Única porque só podemos abraça-las em quanto estivermos com vida. E tendo em vista que não sabemos o dia de nossa morte, essa oportunidade si faz necessário hoje.
8. Que nEle, A Maior Atração.
No volume 2 do livro a espada cortante do saudoso Orlando Boyer há um relato de D.L. Moddy que contou o seguinte acerca de Harry Moorehouse, da Irlandia, quando pregou na sua igreja, noite após noite, sobre o grande versículo do amor, João 3.16.
“O homem que não tem alguém que o ame, nem mãe, nem esposa, nem filhos, nem irmãos, pertence à classe dos que se suicidam. Há uma coisa que atrai mais que tudo, e isto é o amor”.
O amor do Senhor Jesus Cristo é a maior atração que já existiu na face da terra, pois esse amor já atraiu a si, ladrões, prostitutas, drogados, feiticeiros, homossexuais, e estar a atrair vários tipos de pessoas, pois só nEle, a atração maior é que encontramos alivio e conforto espiritual para nossas vidas.
Você não gostaria de experimentar um pouco dessa atração? Tente é de graça, e você não tem nada a perder.
9. Crer, A Maior Simplicidade.
A palavra crer em grego é pisteuo e inclui três elementos principais: Plena convicção de que Cristo é o Filho de Deus e o único Salvador do perdido pecador; Comunhão com Cristo pela nossa auto-submissão, dedicação e obediência a Ele e Plena confiança em Cristo de que Ele é capaz de conduzir o crente a salvação final e a comunhão com Deus no Céu.
Deixe de crer em ideologias que até então, não lhe ajudou em nada, passe a crer naquele que tem Todo-Poder nos céus e na terra.
10. Não pereça, a maior promessa.
A maior promessa de Deus para o ser humano é a promessa do livramento da morte (morte eterna). Perecer é partir dessa vida para a outra, afastado de Deus. Jesus Cristo veio para salvar os pecadores (1 Tm 1.15).
Eu sou pecador, você é pecador e necessitamos estar firmes em Suas promessas.
11. Mas tenha, A vida Eterna.
A morte entrou no mundo pelo pecado (Rm 5.12), que é rebelião contra Deus. Assim, o pecado envolve a perda da “vida”. A vida eterna é a restituição da vida, perdida pelo homem no jardim do éden. Como será a vida Eterna?
Disse o apóstolo Paulo em 1 Co 2.9, “Mas, como está escrito: as coisas que o olho não viu, e o ouvido não ouviu, e não subiram ao coração do homem são as que Deus preparou para ao que o amam”.
Conclusão.
Concluiremos essa mensagem com as palavras do escritor e apologista Ravi Zacarias:
“Agora posso gozar do benefício da passagem do tempo. Encontrei Jesus que conheço e amo aos dezessete anos de idade. No entanto, seu nome e seu poder de atração significam infinitamente mais para mim agora do que quando entreguei a ele a minha vida. Eu o busquei porque não sabia mais para onde ir. Continuo com ele por que não quero ir para outro lugar. Fui a ele almejando algo que não tinha. Continuo com ele porque possuo algo de que não abro mão. Fui a ele como estranho. Continuo com ele certo quanto ao meu destino. Eu o busquei em meio aos ensurdecedores gritos de uma cultura que possui 330 milhões de divindades. Continuo com ele sabendo que a verdade é, por definição, exclusiva”.

Valdemir Pires Moreira, Diácono da Igreja Evangélica Assembleia de Deus de Caucaia – Uma Igreja de Refúgio.

segunda-feira, 22 de junho de 2015

Arminian Theology: Preveniente Graça e Depravação Total (incluindo uma revisão de um novo livro sobre Prevenient Grace)




28 de outubro de 2014 por Roger E. Olson 41 Comentários
Arminian Theology: Prevenient Graça e Depravação Total (incluindo uma revisão de um novo livro sobre Prevenient Grace)

Duas das perguntas mais freqüentes sobre a teologia arminiana são retomadas e respondidas pelo estudioso Arminian W. Brian Shelton (Toccoa cai College), em seu livro recém-publicado Prevenient Grace: provisão de Deus para a humanidade caída(Francis Asbury Press, 2014). Este é um livro muito aguardado e muito necessário. Eu sei de ninguém que lida com a graça preveniente de tal profundidade e detalhe do ponto de vista arminiano.
Shelton começa o livro discutindo por que a graça preveniente merece um livro inteiro e, em seguida, define no capítulo 1 "O que é Prevenient Graça?" Capítulo 2 é dedicado à "teologia exegética:. Representação bíblica da Graça Preveniente" No Capítulo 3, ele sondagens "histórico Teologia:. Aprovação e Dissent de Graça Preveniente "Capítulo 4 centra-se na" Arminius e Wesley:. Artisans Históricos da Graça Preveniente "Capítulo 5 constitui uma" Teologia Sistemática: Validação Final da Graça Preveniente "e Capítulo 6 conclui o livro com" Implicações, aplicações e limitações "de graça preveniente.
O livro de Shelton recebe elogios de ambos arminianos e reformados / estudiosos calvinistas. É uma defesa muito irenic mas enfático e recomendação da graça preveniente como resistível mas permitindo graça que precede ("prevenes") e torna possível a fé.
Eu posso recomendar vivamente este livro para todos que tem dúvidas sobre a doutrina arminiana da graça preveniente. Na verdade, eu diria que quem se atreve a falar contra a doutrina arminiana da graça preveniente sem ler este livro primeiro corre o risco de colocar seu pé na boca. É uma doutrina tão amplamente mal compreendida que quem fala contra ele é mal-entendidos e deturpações repetidas prováveis ​​do mesmo.
No entanto, tenho duas escrúpulos própria de Shelton vista-não tanto de si mesmo, mas de suas interpretações de vista dos outros de graça preveniente ea doutrina estreitamente relacionado de depravação total graça preveniente.
Em seu capítulo sobre Arminius e Wesley Shelton justamente afirma que Wesley acreditava prevenient graça suficiente para a fé salvadora é universal por causa da cruz de Cristo. Todas as pessoas beneficiam em todos os lugares a partir da morte expiatória de Jesus na medida em que torna possível a sua fé. Wesley parecia acreditar que Deus é uma oportunidade igual Salvador. Shelton argumenta (pp. 118-120) que Arminius acreditava que o mesmo que ". É uma graça concedida a todas as pessoas" A única citação de Armínio que ele oferece para isto é o seguinte a partir Os Escritos de James Armínio : "Esta ajuda é oferecida a todos os homens, por inúmeros métodos tanto secretos e manifestas "(I: 367). Embora esta única citação se presta apoio à crença de que Armínio acreditava na graça preveniente universal, eu não tenho certeza se pode colocar Armínio juntamente com Wesley em este ponto.
Shelton afirma fortemente a ideia de que através do evento cruz todas as pessoas-passado, presente e futuro, receber assistência suficiente mas resistível graça de crer e ser salvo. Embora reconheça que muitos dos meus colegas arminianos estão convencidos disto, eu não estou tão certo disso. Romanos 10:17: ". A fé vem pelo ouvir, eo ouvir pela Palavra de Deus" Parece-me que, mesmo se alguma medida de graça preveniente é dado por Deus a todos os povos, a fé suficiente para crer e receber a graça salvadora de Deus através de Jesus Cristo é especialmente ligada à mensagem do evangelho e sua proclamação de alguma forma. Eu prefiro dizer que a mensagem do evangelho é disponibilizado para muitas pessoas de alguma forma, mesmo para aqueles que não são atingidos por evangelismo cristão.
Minha segunda inquietude é sobre o conceito de depravação total. Na página 117 Shelton me critica por afirmá-lo. Ele diz: "Armínio afirmou desamparo espiritual humana, mas negou depravação total por causa da graça preveniente, que por sua vez complementada um ato gracioso da salvação divina. Escolha de palavras de Olson [viz., "Depravação total", como parte da teologia arminiana] não diminui a coerência da sua posição, mas o termo "depravação total" para sempre cheira a Calvinismo.Deve-se evitar o uso do termo entre as posições arminianas a menos que uma declaração de renúncia segue imediatamente, por causa da confusão potencial que facilmente oferece aos leitores inexperientes. "
Eu sempre definido "depravação total", como extensa , não intensivo . Ou seja, "depravação total" significa simplesmente que todas as partes de cada pessoas, exceto Jesus Cristo, uma vez que Adam está corrompida pelo pecado não-razão exceção. Eu ter ido para fora da minha maneira de dizer que a depravação total não significa, quer para os calvinistas ou arminianos, que cada pessoa é tão má quanto possível. Afirmo depravação total como desamparo espiritual para além de uma operação especial de Deus de graça-se universal ou particular. Calvinistas tipicamente descrever depravação total como sendo totalmente morto espiritualmente. Eu prefiro defini-la como sendo totalmente desamparado espiritualmente, deixou a si mesmo, sem a graça preveniente. Isso é porque eu acredito que a imagem de Deus permanece, no entanto danificado, em cada pessoa. Dizer, como calvinistas fazer, que eles são "todos mortos" (antes da regeneração) implica que eles não são especiais de Deus, amado criaturas, possuindo dignidade e no valor acima de todos os animais.
Eu sempre fui um a abraçar boas palavras teológicas, mesmo se eles são mal utilizados por outros. Eu prefiro resgatá-los da lata de lixo da vocabulário teológico, em vez de descartá-las. "Depravação total" significa simplesmente que não há nenhum bem espiritual útil para a salvação e desenvolver um forte relacionamento com Deus em qualquer pessoa nascida da raça de Adão (exceto Cristo) que não é um presente super-adicionado de Deus. Com calvinistas posso afirmar que todos nós estamos mortos espiritualmente à parte da graça sobrenatural, mas eu adicionar apenas que: 1) até os mortos espiritualmente possuir a imagem formal a Deus, e 2) graça sobrenatural cura que amortecimento para que os pecadores podem pelo menos fazer um decisão de arrepender-se e confiar em Deus e Cristo ou não.

Tendo manifestado estes dois escrúpulos relativamente menor, posso, no entanto, recomendo vivamente o livro de Shelton e exorto todos os que estão interessados ​​na doutrina Arminiana da graça preveniente e exigir a todos que se atreve a falar sobre isso para lê-lo.

Fonte:http://www.patheos.com/blogs/rogereolson/2014/10/arminian-theology-prevenient-grace-and-total-depravity-including-a-review-of-a-new-book-about-prevenient-grace/

domingo, 7 de junho de 2015

CONHEÇA O CALVINISMO PELA CANETA DOS CALVINISTAS

CALVINISMO

Deus ordenou a queda de Adão:

Deus não só viu de antemão a queda do primeiro homem e nela a ruína de sua posteridade, mas também por seu próprio prazer a ordenou. [1] João Calvino

Embora sua perdição de tal maneira depende da predestinação divina, a causa e a substância dela (perdição) estão ambas neles (homens)….. Portanto, o homem cai porque assim o ordenou a providência de Deus; no entanto, cai por falha sua. [2] João Calvino

Mesmo a queda de Adão, e através dele a queda da raça, não foi por acaso ou acidente, mas foi assim ordenada no secreto conselho de Deus. [3] Loraine Boettner

Certamente, se Deus não quisesse a queda, Ele poderia, e sem dúvida a teria evitado; mas Ele não a impediu: portanto Ele a desejou. E se Ele a desejou, Ele certamente a decretou. [4] Jerome Zanchius

Claramente foi da vontade de Deus que o pecado entrasse neste mundo, caso contrário não teria entrado, pois nada acontece, exceto o que Deus eternamente decretou. Além disso, houve mais do que uma simples permissão, pois Deus só permite coisas que realizam o seu propósito. [5] A.W. Pink

Deus não apenas tinha um pré-conhecimento perfeito do resultado da experiência de Adão; não só seu olho onisciente viu Adão comer do fruto proibido, mas decretou de antemão que ele deveria fazê-lo. [6] A.W. Pink

Também, os calvinistas frequentemente afirmam que Adão foi livre antes da queda. Mas, novamente, eu sempre falo de liberdade com relação a Deus, e desta perspectiva, eu diria que Adão não teve nenhuma liberdade, seja qual for, nem mesmo antes da queda. Ser “livre” para pecar é irrelevante. A questão é se Adão era livre de Deus para escolher permanecer livre do pecado – ele não era. Além disso, eu não diria que Deus permitiu Adão cair, mas que Deus causou a queda. Muitos calvinistas também discordariam de mim sobre isso. [7] Vicent Cheung

A queda não afetou os eleitos:

Os eleitos eram “filhos” desde toda a eternidade, e decretados para assim ser por toda a eternidade. Eles não perderam a filiação com a queda, nem por qualquer corrupção em sua natureza derivada desta queda. Eles continuam sendo “filhos”, embora filhos pecadores, e, como tal, justamente expostos a ira. No entanto, esta relação não poderia ser revogada por quaisquer atos posteriores no tempo: unidos a Cristo desde toda a eternidade, eles sempre foram um com Ele. [8] A.W. Pink

Assim, enquanto todos caíram em Adão, nem todos caíram igualmente. Os não-eleitos caíram de modo a serem condenados, sendo deixados a perecer em seus pecados, porque eles não tinham relação com Cristo — Cristo não tinha conexão com eles como o Mediador da união com Deus. Os não-eleitos tiveram sua plenitude em Adão, seu cabeça natural. Mas os eleitos tiveram todas as bênçãos espirituais concedidas a eles em Cristo, seu cabeça gracioso e glorioso (Ef 1:3). Eles não poderiam perdê-las. [9] A.W. Pink

Deus é o autor do pecado:

Deus move as línguas dos homens para blasfemar. [10] Franciscus Gomarus

Nem mesmo a obra do pecado parte de qualquer outra pessoa a não ser Deus. [11] Zwinglio

O pecado é um dos eventos “quaisquer” que “acontecem”, os quais são todos “decretados”. [12] W.G.T. Shedd

Nada acontece contrário ao seu decreto. Nada acontece por acaso. Até o mal moral, que ele abomina e proíbe, ocorre “pelo determinado conselho e presciência de Deus.” [13] W.G.T. Shedd

Todas as coisas, incluindo até mesmo as ações malévolas dos homens perversos e dos demônios – são trazidas à existência de acordo com o propósito eterno de Deus. [14] JG Machen

É até bíblico dizer que Deus preordenou o pecado. Se o pecado estivesse fora do plano de Deus, então nem uma única questão importante da vida seria governada por Deus. [15] Edwin H. Palmer

Predeterminação significa o plano soberano de Deus, pelo qual Ele decide tudo o que está a acontecer em todo o universo. Nada neste mundo acontece por acaso. Deus está por trás de tudo. Ele decide e faz com que todas as coisas aconteçam. Ele não está sentado à margem pensando, e talvez temendo, o que vai acontecer a seguir. Não, Ele predeterminou tudo “segundo o conselho da sua vontade” (Efésios 1:11): o movimento de um dedo, a batida de um coração, o riso de uma menina, o erro de um datilógrafo – até mesmo o pecado [16] Edwin H. Palmer

A oração não muda as coisas:

Sabemos que Deus predestinou todas as coisas que acontecem. Ele faz todas as coisas conforme o conselho de Sua própria vontade. É difícil reconciliar a oração e a vontade imutável de Deus. [17] James O. Wilmoth

A oração não muda as coisas, nem a oração muda Deus ou Sua mente. [18] David S. West

O que Deus predestinou acontecer sempre acontece conforme Ele propôs, e por mais que alguém ore, nada vai mudar isto. Não, a oração não muda as coisas; entretanto, ela nos muda. [19] Dan Phillips

Ninguém pode crer na gloriosa doutrina bíblica da predestinação e acreditar que a oração muda as coisas. As duas são incompatíveis. Elas não se harmonizam. Se uma é verdadeira, a outra é falsa. Visto que a predestinação é verdadeira, segue, como a noite segue o dia, que a oração não muda as coisas. [20] Joseph Wilson

Deus criou pessoas para o propósito expresso de destruí-las:

A Doutrina da Predestinação logicamente sustenta que alguns são predestinados à morte tão verdadeiramente como outros são predestinados à vida. [21] Loraine Boettner

Chamamos predestinação o eterno decreto de Deus pelo qual houve por bem determinar o que acerca de cada homem quis que acontecesse. Pois ele não quis criar a todos em igual condição; ao contrário, preordenou a uns a vida eterna; a outros, a condenação eterna. Portanto, como cada um foi criado para um ou outro desses dois destinos, assim dizemos que um foi predestinado ou para a vida, ou para a morte. [22] João Calvino

Uma vez que está na mão de Deus a disposição de todas as coisas, estando em seu poder a escolha da salvação e da morte, Ele ordena que entre os homens nasçam aqueles destinados à morte certa desde o ventre de sua mãe, para que, por meio de sua condenação, Seu nome seja glorificado. [23] João Calvino

Um homem não é salvo porque ele crê em Cristo:

Um homem não é salvo porque ele crê em Cristo, ele crê em Cristo, porque ele está salvo. [24] Loraine Boettner

O calvinismo é o evangelho:

Se você não conhece os cinco pontos do calvinismo, você não conhece o Evangelho, mas alguma perversão dele. […] Se você não tem um conhecimento e compreensão dos Cinco Pontos do Calvinismo você está verdadeiramente em escuridão e ignorância de toda a verdade divina. E se você não tem uma crença inteligente e amor pelos Cinco Pontos do Calvinismo, você não tem uma religião racional, mas está ligado a superstição e mentira religiosa. [25] Fred Phelps

O calvinismo é ridículo:

Contra essas visões humanistas, o Calvinista aceita ambos lados da antinomia. Ele percebe que o que ele defende é ridículo. É simplesmente impossível para o homem harmonizar esses dois conjuntos de dados. Dizer, por um lado, que Deus tornou certo tudo o que acontece e ainda dizer que o homem é responsável por aquilo que ele faz? Absurdo! Deve ser uma ou outra coisa, mas não ambas. Dizer que Deus preordenou o pecado de Judas e ainda Judas é o culpado? Insensatez! Logicamente o autor de O Ladrão Predestinado[1] estava certo. Deus não pode preordenar o roubo e então culpar o ladrão. E o Calvinista admite francamente que essa posição é ilógica, ridícula, sem sentido e tola…O Calvinista mantém as duas posições, aparentemente contraditórias”. [26] Edwin H. Palmer
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[1] João Calvino, Institutas da Religião Cristã, Livro 3, Capítulo 23, Seção 7
[2] João Calvino, Institutas da Religião Cristã, Livro 3, Capítulo 23, Seção 8
[3] Loraine Boettner, The Reformed Doctrine of Predestination, p. 234
[4] Jerome Zanchius, The Doctrine of Absolute Predestination, Cap. II, Sec. II, Par. 4
[5] A.W. Pink, The Sovereignty of God, p. 162
[6] A.W. Pink, The Sovereignty of God, Appendix II, The Case of Adam, p. 283
[7] Vicent Cheung, Autor do Pecado, p. 15
[8] A.W. Pink, Spiritual Union and Communion, ‘Mystical Union,’ Pt. 2, Par. 3
[9] A.W. Pink, The Doctrine of Election, cap. 6 – Sua Natureza
[10] Franciscus Gomarus, conforme citado por Laurence Vance em O Outro Lado do Calvinismo, www.arminianismo.com/index.php/categoria…42-o-decreto-de-deus
[11] Ulrich Zwinglio, “On the Providence of God – Sobre a Providência de Deus”, The Latin Works of Huldreich Zwingli – As Obras Latinas de Ulrich Zwinglio (Philadelphia: Heidelberg Press, 1922), II:203-204.
[12] W.G.T. Shedd, Calvinism: Pure and Mixed, p. 32
[13] W.G.T. Shedd, Calvinism: Pure and Mixed, p. 38-39
[14] JG Machen, conforme citado por Laurence Vance em O Outro Lado do Calvinismo, p.254 – www.arminianismo.com/index.php/categoria…to-de-deus#_ftnref29
[15] Edwin H. Palmer, The Five Points of Calvinism, p. 82
[16] Edwin H. Palmer, The Five Points of Calvinism, p. 24-5
[17] James O. Wilmoth, como citado em O Outro Lado do Calvinismo, p. 276 www.arminianismo.com/index.php/categoria…to-de-deus#_ftnref29
[18] David S. West, como citado em O Outro Lado do Calvinismo, p. 276www.arminianismo.com/index.php/categoria…to-de-deus#_ftnref29
[19] Dan Phillips, como citado em O Outro Lado do Calvinismo, p.. 277www.arminianismo.com/index.php/categoria…to-de-deus#_ftnref29
[20] Joseph Wilson, como citado em O Outro Lado do Calvinismo, p. 277www.arminianismo.com/index.php/categoria…to-de-deus#_ftnref29
[21] Loraine Boettner, The Reformed Doctrine of Predestination, p. 104
[22] João Calvino, Institutas da Religião Cristã, Livro 3, Capítulo 21, Seção 5
[23] João Calvino, Institutas da Religião Cristã, Livro 3, Capítulo 23, Seção 6
[24] Loraine Boettner, The Reformed Doctrine of Predestination, p. 101
[25] Fred Phelps, The Five Points of Calvinism, The Berea Baptist Banner (Mantachie, Miss.: Berea Baptist Church, 1990), 21, 26.
[26] Edwin H. Palmer, The Five Points of Calvinism [p. 85]